Praça Alberto Dalva Simão

MARCÍLIO GAZZINELLI
MARCÍLIO GAZZINELLI

A Praça Santa Rosa hoje é conhecida como Praça Dalva Simão. Embora ela só tenha sido concretizada em 1973, com um projeto diferente daquele de 1943, guarda a mesma concepção na nova versão e é emblemática quanto às novas ideias trazidas pelo paisagista ao seu campo de atuação.

Tida como área imprestável por sua aridez e a presença de rochas, ela se revelou para Burle Marx como atribuída de amplas possibilidades compositivas. Utilizando espécimes adaptadas a ambientes desérticos, criou, de acordo com seu próprio depoimento, três grandes grupos: o primeiro, mais próximo à lagoa, formado por um “amontoado de pedras” e jardins de “suculentas e plantas de folhas rígidas”; o segundo, a montante do lugar de estar, criava um “rock-garden” com rochas ferruginosas (referência ao “Quadrilátero Ferrífero” onde se situa a capital mineira) e com “arbustos, arvoretas, árvores das capoeiras e das matas da região”; o terceiro, circundando um segundo lugar de estar, formado por “rochas graníticas e gnáissicas com sua vegetação típica”.

Burle Marx voltaria a intervir no mesmo local, em 1973, dando ao local a configuração atual da praça, não com a mesma solução, mas com outra que mantém os conceitos básicos da primeira solução.

Espaços - Conjunto Moderno da Pampulha

MARCÍLIO GAZZINELLI

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Casa do Baile 

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Casa Kubitschek

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Praça Dino Barbieri

Praça Dalva Simão

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